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Vacinas

A vacinação é a maneira mais eficaz para a prevenção de doenças infecciosas graves e para a interrupção de uma epidemia. As vacinas são produtos biológicos com uma pequena dose de vírus e bactérias causadores de doenças - mas já mortos ou atenuados. Eles são aplicados com o objetivo de induzir a produção de anticorpos específicos pelo sistema imunológico, sem que a pessoa necessite ficar doente. Deste modo, se um desses elementos estranhos entrar no corpo de alguém vacinado, os anticorpos os reconhecerão, reagindo rapidamente e evitando que a doença instale-se.

Eventos adversos

A maior parte dos possíveis eventos adversos ou efeitos indesejáveis provocados pela vacinação acontece no local de aplicação - entre eles dor, ardor e vermelhidão - e depende do tipo de vacina e da resposta do organismo de cada um. Quanto aos riscos de complicações graves devido às vacinas, eles são muito menores que os problemas causados pelas doenças para as quais são feitas as imunizações. Os pediatras estão aptos a esclarecer todas as dúvidas sobre a vacinação das crianças.

Vacinação em gestantes

As vacinas recomendadas para as mulheres grávidas são as inativadas: hepatite B, tríplice bacteriana acelular do adulto (difteria, tétano e coqueluche) e influenza ou gripe. Elas visam proteger a gestante de doenças que são mais graves nessa fase, como a gripe, e o bebê, nos casos da hepatite B, tétano e coqueluche.

Adultos também precisam tomar vacina!

O calendário vacinal dos adultos depende das vacinas recebidas na infância e na adolescência, das doenças que cada um teve durante a vida, além do estado de saúde individual e coletivo (situação epidemiológica local). Algumas vacinas, como a do tétano e a da difteria, necessitam de reforço a cada dez anos. Outras devem ser utilizadas no adulto em dose única ou de reforço, como a tríplice viral, contra sarampo, caxumba e rubéola; hepatite A e B; meningococo C e A, C, Y, W; influenza (gripe); HPV e pneumocócica.

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